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Comer, Rezar, Amar – cena de leitura e romance

Publicado por em 15/06/2017 | Deixe um comentário

Cena de Comer, Rezar, Amar

Comer, Rezar, Amar, da Elizabeth Gilbert, é um livro que eu sou doida pra ler. Como as comédias românticas que gosto de assistir. Só que o hype passou e até hoje eu nada. Consequentemente ainda não vi o filme.

Aí vejo essa cena e sinto que é hora de corrigir essa falha. Ler o livro e assistir ao filme. Como se não bastasse ser Julia Roberts e Javier Bardem, dois atores que amamos, o trecho começa com uma leitura de casal e é pura inspiração. A casa. A música. Os livros. <3

Para suspirar e se apaixonar. Dica de Adelmo.

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Game of Thrones e a cena da biblioteca de Westeros

Publicado por em 4/07/2016 | Deixe um comentário

Tudo bem você não ser fã de Game of Thrones, mas se você é fã de livros, há grandes chances desse post também lhe interessar. Afinal, imagina se existisse uma biblioteca incrível como essa, em que ficassem guardados os mais valiosos segredos da humanidade?

No último episódio da 6ª temporada (06 x 10), The Winds of WinterSam Tarly chegou à gigantesca biblioteca da Cidadela, onde será treinado para ser um maester. Tudo indica que ele será um dos guardiões da sabedoria de Westeros, formação à base de muita, muita, muita leitura.

Agora imagina se você fosse o Sam, você faria ou não faria essa mesma cara? #somostodossam <3

Gif Cinderella na biblioteca - Game of Trones

Como se fosse uma Cinderela na biblioteca. Quem nunca? hahaha  via Rita.

Bom, vamos juntos agora esperar um ano pelo desenrolar da série. Dá pra saber mais aqui.

Agradecimento à ajuda de Fernanda pra esse post. :)

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Livros para salvar os nossos cérebros

Publicado por em 23/05/2013 | 2 comentários

Será que a internet está fazendo a gente pensar menos? Às vezes me pego com essa ideia, quando comparo os meus hábitos de consumo de informação atuais com o que acontecia há dez anos. Antes, eu não apenas lia muito mais livros, como dedicava mais tempo a cada ação que envolvesse absorver conteúdo. Era mais fácil mastigar tudo, ser crítico, digerir e a partir daí pensar outras coisas. É fato que isso acontece com bem menos frequência, e num processo super fragmentado.

Então vem o americano Nicholas Carr e escreve um livro chamado: The Shallows: What the Internet is Doing to Our Brains, onde chama atenção para os perigos da forma como consumimos informação hoje. Com todas as distrações e interrupções que temos ao longo de uma tarefa – notificações no computador e no smartphone -, a gente dá menos estímulos para a memória. E a memória é uma parte crucial no aprendizado. O vídeo acima é uma produção do Epipheo Studios, baseada no livro do Carr.

what the internet is doing?

Isso me preocupa, inclusive por sentir na prática. Pra mim, acaba sendo mais um motivador da leitura. Ler é um ato que exige uma pausa, é preciso respirar e concentrar, estimula a concatenação de ideias, a imaginação e o pensamento crítico. Recomendo muito esse artigo no Brainstorm.

O que você acha?

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João Lucas, o devorador de histórias

Publicado por em 26/12/2012 | 5 comentários

João Lucas, o devorador de histórias

Quem assistiu ao Fantástico no último domingo, deve ter ficado tão impressionado quanto eu com a façanha do menino de 7 anos que leu mais de 500 livros em um ano. Gente, que humilhação (risos). Com esse ritmo, João Lucas é um leitor que provavelmente nunca se interessará pelo Menos um na estante! Brincadeiras à parte, encontrei a reprodução da matéria no YouTube e vale a pena conhecer a história dele.

Ao que me parece, João Lucas é um caso à parte por ser um pequeno gênio. Devora livros, se destaca em gramática, em música e nas atividades físicas. Mas vale observar o ambiente potencializador que ele encontrou em casa, com o pai lendo para o filho desde que ele estava em gestação. A família toda colocou metas em conjunto, de ler um livro por mês. Como o próprio pai do prodígio fala, para Lucas os livros são brinquedos. Algo que certamente influi no resultado que os pais sempre esperam: o de ter filhos leitores.

Outra coisa que me chamou a atenção é quando o repórter pergunta o que é ler pra ele, e ele responde: “Ler é imaginar coisas”. Pois é, deixar o pensamento livre. Vamos nos inspirar?

Quem me avisou da matéria foi Dulche.

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Quando booktrailers valem a pena

Publicado por em 29/08/2012 | 6 comentários

Ganhador do Moby Awards

Um belo dia eu me deparei com um trailer de livro, e achei algo muito esquisito. Como assim, trailer? Livro ganha primeiro capítulo à disposição, entrevista com o autor, frases de efeito, não trailers que pertencem a outra mídia. Depois eu descobri que eu conheci o formato um pouco atrasada, ele já era tendência.

Hoje é muito comum uma editora divulgar uma obra com um trailer. Para se ter ideia tem até um prêmio para o formato, o Moby Awards. A sensação de estranhamento, no entanto, ainda me acompanha. Demorei a decidir se gostava ou não dessa ideia, até dar uma boa pesquisada e tirar algumas conclusões.

Uma das mais fortes características de um livro é abrir espaços na narrativa para que a gente complemente com a nossa imaginação. Então se o autor escreve: “a mulher entrou na casa”, nós pegamos essas cinco palavrinhas e somamos a elas nossas referências, criando identificação. Isso me leva a ter uma ideia de “a mulher entrou na casa” bem diferente da que você absorve da mesma frase. Agora imagine expressões mais complexas e multiplique as possibilidades.

Então a meu ver, o principal problema de um booktrailer é quando ele encerra esses espaços abertos dos livros. Como? Num vídeo de três minutos, dá cara, voz e jeito aos personagens, aos lugares, aos grandes momentos da obra. Depois você vai ler com aquilo na cabeça, e a percepção será mais limitada, totalmente diferente do que você teria sem ter assistido.

Um exemplo é esse de Sangue Errante, de James Ellroy. Parece trailer de filme.

Tem também uns formatos piores que só fazem você perder tempo, pois eles colocam no vídeo o que poderia muito bem estar escrito, o famoso videopoint (vídeo de powerpoint). Conheci um desses numa, pasmen!, lista de melhores booktrailers de um blog. The Iron King, de Julie Kagawa, tem um trailer que é um colagem cafona de frases e imagens. Só consigo pensar que o livro é péssimo. No mesmo estilo, fizeram pra Angel Time, da Anne Rice. Please, economizem meu tempo.

O Sérgio, do Todo Prosa, blog que adoro, acredita que o booktrailer é um conceito ridículo. Pelos exemplos que ele pegou e pelos que coloquei até agora, eu concordaria se não tivesse me deparado com umas ótimas amostras.

O Triste Fim de Policarmo Quaresma, de Lima Barreto, ganhou uma animação simpática, que apesar de dar cara e voz aos personagens, vira um captador de atenção das crianças para a obra. O objetivo está no final: leia na biblioteca da sua escola.

Agora os formatos que me parecem ideais, e eles justificam a existência dos trailers de livros, é quando o vídeo vira uma obra à parte. Ou seja, tem uma certa autonomia em relação ao livro. Não apenas conta uns pedaços e joga umas frases, mas faz uma mini releitura assumindo que utiliza um formato diferente e explorando isso para atiçar a curiosidade do leitor.

Leia mais

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Como ler um livro

Publicado por em 21/08/2012 | 5 comentários

How to read a book

Depois de assistir a esse vídeo é que eu me dei conta de como realmente é ruim encontrar posição pra ler. Mesmo num lugar confortável como uma poltrona (o meu lugar preferido), se a história é boa, o corpo acaba cansando. Ainda bem que vale a pena.

Mais posições pra ler aqui.

Dica de Tarrask.

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Inspire-se

Publicado por em 18/07/2012 | 2 comentários

A questão nunca é se o livro inspira, mas como? Essa função irrevogável ganhou uma representação pela editora Hachette Australia, que montou num galpão vazio esculturas com livros e o que eles representam. Com novos livros vêm novos sentimentos. Veja e inspire-se.

With new books comes new feelings

Via Flavorwire. Dica de Dulce.

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Muito melhor agora (ou o marcador de livros surfista)

Publicado por em 5/07/2012 | 3 comentários

Marcador de livros surfista

Sabe aqueles 10 minutos que você vai tirar pra tomar um café e comer uma bolacha? Ou a hora do almoço, ou qualquer pausa vai ficar mais feliz com esse curta da produtora Salon Alpin, dirigido por Philipp Comarella e Simon Griesser. O principal personagem de Much Better Now é um marcador de livros, preso numa calhamaço esquecido num quarto abandonado. Até o dia em que uma ventania muda a ordem das coisas e ele descobre a delícia que é viajar surfando nas páginas do livro.

Much Better Now from Salon Alpin on Vimeo.

Qualquer analogia com os livros e seus donos não é mera coincidência. A sensação de quando a gente tira aquele livro da poeira, do mofo, de estar fechado por trocentos anos e descobre as coisas maravilhosas que tinham ali dentro, isso influencia no que somos e fazemos. Vejam. E se amarem, não percam o making of.

Vi no Likecool. Dica de Dulce e Diogo.

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