Posts com a tag "quadrinhos"

Viva às baboseiras

Publicado por em 17/10/2012 | 2 comentários

Contos sem baboseiras

É engraçado, mas imagina como seria sem graça se os contos fossem assim mesmo? Ainda bem que os contos são cheios de baboseiras. Lembro bem do dia, no meio dos meus estudos literários, em que eu me dei conta do quanto é importante o miolo das histórias, pois é pelo desenrolar das situações e pelo desenvolvimento dos personagens que a gente se identifica, se comove ou mesmo muda um ponto de vista.

Vi aqui. Dica de Adelmo.

Curte o Menos um na estante? Então vote no Prêmio Top Blog 2012.

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Você vai acabar gostando

Publicado por em 3/10/2012 | 2 comentários

Ban this book // Grant Snider

Você sabe que horrores estão escondidos num livro? Cuidado, não chegue muito perto se não você pode gostar. Bem divertido os quadrinhos do Grant Snider, que já passou por aqui pelo Menos um na estante outras duas vezes.

Vi aqui. Dica de Adelmo.

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Uma fuga que seja

Publicado por em 1/10/2012 | Deixe um comentário

Fuga na literatura

Nenhum problema é tão complicado que não dê para fugir dele. Sábio Linus. É por aí, e não tem nada demais em ler para esquecer os problemas. Só não vale ler coisas muito ruins.

Vi aqui. Dica de Adelmo.

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Leitura para o verão

Publicado por em 20/08/2012 | Deixe um comentário

Summer Reading by Grant Snider

O quadrinista Grant Snider pegou alguns grandes títulos da literatura e representou em quadrinhos. A indicação é de leitura para o verão, mas a verdade é que é para qualquer época do ano. No www.incidentalcomics.com, Snider coloca outras coisas bem legais. Vale a visita.

Vamos ter uma semana mais leitora do que nunca? ;)

Vi aqui. Dica de Adelmo.

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Frisson do momento: Fracasso de Público

Publicado por em 23/07/2012 | 6 comentários

Grande leitora de quadrinhos eu não sou, mas de vez em quando curto fazer umas incursões. Os fãs de quadrinhos que me lerem vão me achar uma boba, mas fico ainda super-ultra-deslumbrada quando eles são sobre a vida real. Os resquícios de quem passou a infância toda lendo Turma da Mônica e sendo feliz. O deslumbre foi assim com Maus, do Art Spiegelman, que é absurdo de bom ao contar a história de uma família judia em meio ao holocausto. E aí me deparo também com a série Fracasso de Público (no original, Box Office Poison), do Alex Robinson, dividida em três volumes: Heróis Mascarados e Amigos Encrencados, Desencontro de Titãs e Adeus.

Só comecei a ler por causa de Rick, o craque de cinema do A Prancheta, que insistiu em me emprestar os dois primeiros volumes por causa de Sherman, o personagem livreiro. Devorei os dois e ontem corri na livraria pra comprar o Adeus, já um pouco saudosa. Depois de ler o terceiro livro, vou falar com propriedade aqui. Mas até agora a melhor definição para a série, eu encontrei na contracapa de um deles: “Um épico do cotidiano”. Recomendadíssimo. Entendam melhor vendo o trailer do primeiro livro acima, e Sherman pensando alto sobre seu relacionamento, abaixo.

Sherman em Fracasso de Público

Valeu, Rick!

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O fungador

Publicado por em 12/07/2012 | 2 comentários

Book sniffer

Não sei você, mas eu me identifiquei 100%. Quem nunca, né? Agora que tem o perfume de livro novo, então.

Dica de Adelmo. Daqui.

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Das crises de leitor

Publicado por em 12/03/2012 | 6 comentários

Quadrinhos de Noelle Stevenson

O livro bom é esse que pode até causar frustração, mas não deixa a gente indiferente. Tudo bem que quando um personagem com o qual você vem se afeiçoando morre na história, pode ser um pouco indignante. Mas a gente supera. Vocês já se frustraram muito leitura afora?

São quadrinhos da Noelle Stevenson, mas eu vi no BookPorn

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Daytripper: #menos1naestante de Lucas Lima

Publicado por em 6/01/2012 | Deixe um comentário

por Lucas Lima

Como Márcia, sou aficionado por livros, por leitura – apesar de ter minhas crises e deixá-los de lado por um tempo. Depois de muita cobrança, decidi escrever um pouco sobre minha última leitura, terminada à 0h40 desta quinta-feira. Daytripper, quadrinho dos irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá, premiados com um Eisner Awards, o Oscar da categoria – eles já tinham três e aumentaram o montante com a obra. O trabalho apresenta um jornalista, escritor de obituários, e suas diversas mortes – até porque viver é morrer um pouco a cada dia (quem disse isso mesmo?).

Os irmãos explicam que o objetivo da obra é fazer o público realmente sentir – pelos traços, pelas cores, pelas palavras. Sentir com a história da criança que passa alguns fins de semana com toda a família no campo, do jovem que se apaixona por uma mulata, do marido em crise, do filho ressentido. São muitas as histórias, e todas se unem nos detalhes – e a morte de cada momento é um marco, que, de certa forma, deve ser reverenciado.

Nessa minha fase emotiva – ou mela-cueca, como diria um amigo –, a leitura acertou em cheio os meus sentimentos. Depois de destacar vários trechos, várias imagens, decidi acabar essa escrita com essa parte:

Página do livro "Daytripper", de Fábio Moon e Gabriel Bá

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Bom demais começar o ano recebendo um pouquinho das ideias de Luquinhas, amigo querido. Tem mais dele no Mientras e no Cacimba de Letras.

E Daytripper, só aumenta a minha vontade de ler, já tinha sido sugestão por aqui.

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