Posts com a tag "projeto 24×7"

Pague o quanto acha que vale

Publicado por em 28/02/2012 | 5 comentários

Há alguns dias, escrevi aqui sobre dois projetos que inserem livros na paisagem urbana, as bibliotecas na cabine telefônica do arquiteto John Locke, em Nova York, e as máquinas de livros dos metrôs de São Paulo e Rio de Janeiro. Postei boas fotos da primeira, mas do projeto brasileiro 24×7, não encontrei nenhuma decente. Só que quando você tem leitores especiais, isso não é problema!

Célia Lins e Carolina Benazzato fizeram registros especiais só para o Menos um na estante, não é lindo? <3 Fico muito agradecida, meninas!

Carolina inclusive contou que estava tão lotado de gente na frente do equipamento, que ela teve que pedir licença pra fotografar. Coisa boa, héin? Para quem não conhece, dá para entender melhor o projeto com as imagens, cujo mérito é o estilo pague-o-quanto-acha-que-vale, como contamos aqui.

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Paisagem urbana com livros ao alcance da mão e do bolso

Publicado por em 22/02/2012 | Deixe um comentário

Um dia desses estava caminhando pelo calçadão de Boa Viagem quando me deparei com um orelhão. Gastei um bom tempo me perguntando: alguém ainda usa isso? Até a minha adolescência, a gente matava e morria por um desses, pegava fila no sol para falar com alguém se tivesse fora de casa. Mas hoje celular é mais popular que RG, pessoas de qualquer renda têm pelo menos um pré-pago. Cheguei à conclusão que emergencialmente, no entanto, qualquer pessoa pode precisar e é bom que eles estejam lá. Genial é quando chega um arquiteto inteligente, percebe a oportunidade, e dá uma nova função à cabine eletrônica.

Livraria na cabine telefônica - John Locke

Livraria na cabine telefônica - John Locke

Foi o que John Locke fez com alguns desses espaços em Nova York, criando mini-bibliotecas, um ponto de livre compartilhamento de livros. Pode parar e ler, pode pegar, pode colocar outro. A nobre ideia faz parte de um projeto maior, que tem o intuito de dar novos ares para quase 14 mil cabines da cidade. O melhor é que se você for no site do Locke, de onde tirei essas imagens, vai ver que não tem nada de mirabolante, é uma solução simples e barata. O resto é com a população.

Um pouco mais perto, em São Paulo e no Rio de Janeiro, também temos uma iniciativa louvável juntando as tags livros + espaço urbano: o projeto da empresa 24×7, que vende livros por meio de máquinas instaladas em estações de metrô. A qualquer dia, a qualquer hora, por isso o nome. O mais interessante é que agora as vendas são no melhor estilo pague-o-quanto-quiser!

Como as máquinas só aceitam cédulas, você escolhe entre R$ 2 e R$ 100 por um dos títulos. No Facebook (ainda não curtiu nossa página?), a leitora Carolina Benozzato, de SP, disse que viu muitas e garantiu que funciona (a gente sempre duvida, né?), com opções diversas como culinária, curiosidades, literatura, para todo tipo de leitor.

Vi aqui e aqui.

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