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A livraria mais bonita do mundo

Publicado por em 8/10/2012 | 9 comentários

Lello e Irmão - Foto de Sunfox
Foto de Sunfox.

Lello e Irmão - Foto de Natalia Romay
Foto de Natalia Romay.

Lello e Irmão 03 - Foto de Natalia Romay
Foto de Natalia Romay.

Lello e Irmão 04 - Foto de Guillén Pérez
Foto de Guillén Pérez.

Parece um pouco injusto que um lugar seja privilegiado com essa arquitetura absurda de linda, e ainda por cima tenha livros. É como se fosse má distribuição de beleza por metro quadrado ou algo do tipo. Parece ser o caso da livraria Lello e Irmão, em Portugal, tanto que alguns dedicam a ela o título de a mais bonita do mundo. É difícil discordar já que as fotos indicam que o mérito é válido.

Nunca tinha ouvido falar nela, até o Rafael me encaminhar um ppt falando dela. Então achei umas fotos no Flickr em Creative Commons e coloco aqui para vocês começarem a semana deslumbrados. Ela fica na Rua das Carmelitas, 144, na cidade do Porto. A história do lugar com os livros tem início em 1869, quando começou a funcionar a Livraria Internacional de Ernesto Chardron. E é desde 1906 que funciona a Lello e Irmão.

O que mais me chamou a atenção foi que o espaço é imponente, com a escadaria enorme e a decoração em madeira talhada, mas ao mesmo tempo aconchegante: dá vontade de pegar um livro e sentar lá em algum cantinho pra ler. Um lugar para respirar histórias, em qualquer sentido.

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Um livro para desencantar

Publicado por em 12/04/2010 | Deixe um comentário

“Para onde deve o homem dirigir o seu pensamento para não ser considerado louco?”

Ah, que felicidade é fechar a última página de um livro. Se for desses que deixam uma pequena cicatriz na alma, então. E Jerusalém (Ed. Cia das Letras, 2006), do angolano/português Gonçalo M. Tavares é assim. Uma boa história, contada sem linearidade. Forte, que aborda tantos temas caros como loucura, violência, morte, prostituição. Parece um filme. Daqueles onde você conhece alguns personagens e certas atrocidades nas suas vidas e depois sai da sala sem querer falar nada, digerindo.

“Por onde tens andado? – perguntou ela a Ernst. Que pergunta ao mesmo tempo cautelosa e violenta: ‘Por onde tens andado? Que ruas frequentas, que casas?’ Pergunta moral, e não geográfica.”

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