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De Jessier Quirino a Dostoiévski, frases de livros

Publicado por em 31/10/2011 | Deixe um comentário

Frases de livros
Frases de livros
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Frases de livros

Ler é um ato solitário. Então uma das coisas mais legais de ter esse blog é poder contar com a participação dos leitores, trocar ideias, impressões. Aprendo que só. E assim foi o #DiaNacionaldoLivro, no último sábado, 29 de outubro, quando convoquei as pessoas para compartilharem uma frase de um livro na fan page do Menos um na estante. E o resultado, você viu acima.

O legal é que teve de tudo: de Jessier a Bukowiski, de Salinger a Kerouac, de frases com tema família até solidão. Obrigada a todos que participaram. E, bem, o post ainda está lá, um catálogo de frases em aberto. Quem for postando mais, eu vou trazendo pra cá.

Curte frases de livros? Tem mais aqui

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Uma frase para o Dia Nacional do Livro

Publicado por em 29/10/2011 | Um comentário

Conta a história que no dia 29 de outubro de 1810, a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil. Daí, nasceu a Biblioteca Nacional e assim se criou o Dia Nacional do Livro. Podia ter uma história mais emocionante, né? Mas tudo bem.

O fato que é HOJE, e eu não podia deixar a data passar em branco, ainda mais depois de Martinha me provocar. Então, pensei numa coisa simples e divertida: compartilhar frases de livros legais. Assim, a gente conhece mais obras, troca opiniões.

Então, convoco vocês para abrir um livro que você goste, pegar uma frase legal e postar lá na fan page do Menos um na estante no Facebook. Depois reíno tudo e coloco aqui. Ah, ler muito é uma ótima homenagem também ;)

Dia nacional do Livro

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Qual a melhor hora para ler?

Publicado por em 18/06/2011 | Deixe um comentário

É, fazer o que se tem vontade, na hora em que dá na telha: não tem coisa melhor. Mas eu precisei rever esses meus conceitos, cumprir mais horários, começar as coisas e acabar, e tenho procurado aprender a funcionar melhor, produzir mais, até pra ficar mais tranquila pra curtir.

Então, nessa tentativa de encontrar rotina pra coisas importantes, eu fico pensando qual a melhor hora pra ler. Como eu sou muito sonolenta, ler antes de dormir não funciona pra mim. Já pensei em acordar mais cedo e ler algo todo dia. E aí, decidi testar a ferramenta “Perguntas” no Facebook, e lancei a enquete na fan page do Menos um na estante, bem despretensiosamente.

Enquete fanpage Menos um na estante

Fiquei surpresa com a adesão: 70 pessoas responderam. Por isso decidi colocar aqui, e já estou arquitetando outras perguntas livreiras e literárias pra fazer por lá. A maioria (33 votos) acredita que qualquer hora é boa pra ler, e outro tanto prefere ler antes de dormir (22 votos). Outros acham interessante numa hora de lazer, no fim de semana. E você?

Por falar em mídias sociais, você segue o Twitter do blog? @menos1naestante

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Menos um na estante nas redes sociais

Publicado por em 17/02/2011 | Deixe um comentário

Redes sociais do Blog Menos um na estante

Quem gosta de acompanhar o Menos um na estante, pode querer também encontrar o blog em outros points na internet. É que eu criei perfis nas redes sociais, mas ainda não tinha registrado aqui. Tem a página para curtir e acompanhar as atualizações no Facebook, o perfil no Twitter, a estante lá no Skoob e presença garantida n’ O Livreiro. Das duas últimas redes sociais específicas de livros, tento descobrir a melhor. E no meu Twitter pessoal, falo de tudo que me interessa (jornalismo, cinema, cultura, mídias sociais, etc). Sejam bem-vindos, aqui ou em qualquer lugar ;)

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Quanto se deve ler de um livro para concluir que não é o momento dele?

Publicado por em 28/09/2010 | 5 comentários

Cavucando um dos meus blogs preferidos sobre leitura e literatura, dei de cara com um raciocício que me chamou atenção: se você começar a ler um livro e aquilo não lhe fisgar, deixe de lado. Talvez não seja a hora de lê-lo. Então comecei a prestar mais atenção nesse feeling. Iniciei um título indicado e emprestado por uma amiga há um bocado de meses – pois, para mim, livros sugeridos, dados ou emprestados por pessoas queridas, gente que me conhece de verdade, furam a fila na cara dura.

Mas A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak, mesmo com a capa encantadora (a imagem abaixo foi inspirada nela, daqui) e o título lúdico, ainda não tinha me arrebatado na 25ª página. Daí, joguei no Twitter/Facebook a pergunta: quanto a gente deve ler de um livro para considerar que aquele não é o momento de lê-lo? Questão que motivou toda uma discussão inesperada no Facebook.

A Menina que Roubava Livros

Carlos respondeu que bastava meia orelha, enquanto Hercília mandou logo “fechar, guardar e abrir outro”. Ana acredita que é “até sentir que travou”, e Bruno ficou indignado (risos): “Peraê! Eu comprei esse, emprestei pra Deus e o mundo, e nunca li porque não para na minha mão… Sério que é esse tédio?!”. Mari disse logo que achou o livro muito água com açúcar, e nem terminou de ler. Carol admitiu o ar adocicado, mas contou que amou a obra a ponto de ter chorado bastante.

Keila, a amiga-querida-dona-do-livro, claro, defendeu a indicação: disse que leu em três tempos e que eu estava com preconceito por ser um best seller. Não posso negar. E olhe que eu curto muitas besteiras, principalmente na TV e no cinema, mas eu evito correr o risco de me dedicar a uma publicação ruim. Pelo menos enquanto estou recriando o hábito de ler mais, nessa correria moderna que induz ao contrário.

Então o best seller já começa tendo que me provar que é mais do que isso.

Porém, isso não acontece só com campeões de venda. É comum empacar em obras consagradas, clássicos, livros de escritores idolatrados: mas ninguém fica espalhando que não engatou em Joyce, Guimarães Rosa, Flaubert. Não acredito que a qualidade da obra ou do leitor seja o fator principal, tem que existir uma sintonia entre os dois. Às vezes, apenas não é o momento certo. E, às vezes, o momento certo nunca chega.

Lembro que antes de amar Clarice Lispector, eu fiz umas três tentativas mal-sucedidas na adolescência. Foi quando a coletânea de contos A Bela e a Fera me destravou para a forma peculiar de ordenar as palavras da ucraniana. Também demorei muito lendo A Insustentável Leveza do Ser, me achando a mais lerda das leitoras vivas. Até que uma amiga sugeriu que poderia ser o meu tempo de digestão da narrativa, que era forte e dizia muito ao meu momento de vida. Tinha sentido.

Ainda no Facebook, Renata e Carol também deram exemplos:

Facebook

No blog que inspirou este post, Alessandro Martins cita trecho de uma palestra de Jorge Luís Borges sobre o assunto: “Eu diria que a literatura é também uma forma da alegria. Se lemos alguma coisa com dificuldade, o autor fracassou. Por isso considero que um escritor como Joyce fracassou no essencial, porque a sua obra exige um esforço. Um livro não deve requerer um esforço, a felicidade não deve exigir esforço.”

E vocês, que experiência tiveram?

Bom, eu acho que A Menina que Roubava Livros está demorando a dizer alguma coisa. Keila me sugeriu que eu tentasse ler até a página 60 – se eu não gostar, então eu trate de devolver o que a ela pertence (risos). Então, é o que farei.

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