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Comer, Rezar, Amar – cena de leitura e romance

Publicado por em 15/06/2017 | Deixe um comentário

Cena de Comer, Rezar, Amar

Comer, Rezar, Amar, da Elizabeth Gilbert, é um livro que eu sou doida pra ler. Como as comédias românticas que gosto de assistir. Só que o hype passou e até hoje eu nada. Consequentemente ainda não vi o filme.

Aí vejo essa cena e sinto que é hora de corrigir essa falha. Ler o livro e assistir ao filme. Como se não bastasse ser Julia Roberts e Javier Bardem, dois atores que amamos, o trecho começa com uma leitura de casal e é pura inspiração. A casa. A música. Os livros. <3

Para suspirar e se apaixonar. Dica de Adelmo.

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Dia das Mães: 9 livros para fazer sua mãe voltar a ler

Publicado por em 8/05/2015 | 2 comentários

Dia das Mães #menos1naestante

As chances de você, lendo este post, ainda não ter escolhido um presente para a sua mãe são enormes, de acordo com todas as pesquisas sobre os hábitos de última hora dos brasileiros. Ainda nem sabe que objeto vai complementar o combo abraço forte  + “eu te amo, mãe” que ela merecia todos os dias. Talvez você seja completamente contra a data comercial, e vou entender suas razões. Mas sou dessas que adora ganhar e dar presentes, e pra mim Dia das Mães é só aquela desculpa bem registrada no calendário. Ainda mais se há uma missão especial: fazer sua mãe voltar a ler.

Pensando nisso, convoquei a comunidade #meno1naestante no Facebook e Instagram para criarmos essa lista de 9 livros AMADOS por mães de leitores Brasil afora (obrigada, seus lindos!). Alguns já vêm com selo de eficiência testado em reavivar o hábito de leitura nessas mulheres-maravilha que fazem milagres diários para cuidar de tudo e de todos. <3

Então, topa dar uma história incrível pra a sua mãe?

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Elizabeth Gilbert e o monstro da criatividade

Publicado por em 25/06/2011 | Um comentário

Navegar pela internet, é algo tão dinâmico que é difícil parar pra ver um vídeo de mais de 3 minutos. A não ser que sejam muito bem recomendados, eu deixo muitos passarem. Esse da escritora de Comer, Rezar, Amar tem 20 minutos. Aí alguns podem pensar: ah, uma palestra da autora do “best-seller água com açúcar”? Exatamente, e vale cada minuto. Digo mais: se você é ligado à qualquer atividade criativa, não dispense as reflexões da Elizabeth Gilbert.

Primeiro, a gente é fisgado pela simpatia e bom humor da autora. Elizabeth fala sobre a escolha de ser escritora, enfrentando o sentimento coletivo de que exercer uma atividade criativa é ser fadado ao fracasso, à depressão, à falta de reconhecimento, de sucesso, à frustração, uma reputação reforçada ao longo do tempo. Um trecho:

“Meu pai, por exemplo, era um engenheiro químico e eu não me lembro de ninguém perguntar a ele, em seus 40 anos de atividade, se ele tinha medo de ser um engenheiro químico, certo? (…) Mas verdade seja dita, os engenheiros químicos, como um grupo, não têm uma fama que atravessa os séculos de serem alcoólatras maníaco-depressivos. Já nós, escritores, meio que temos essa reputação, não apenas escritores, mas pessoas criativas de todos os tipos, parecem ter essa fama de serem emocionalmente muito instáveis. E se olharmos para a triste marca do número de mortos apenas no século 20, de mentes criativas realmente magníficas, que morreram cedo e muitas vezes por suas próprias mãos, sabem? E mesmo aqueles que não cometeram suicídio, literalmente, parecem ter sido derrotados pelos seus dons.”

A palestra foi no TED 2009, quando Elizabeth finalizava o temido livro pós-best-seller que vendeu 8 milhões de exemplares pelo mundo. Ela começou a pesquisar na história da humanidade em que momento o homem conseguiu lidar bem com a criatividade, e chegou à Grécia antiga. Época em que homens geniais como Sócrates eram tratados não como gênios, mas como sortudos de terem uma inspiração divina a favor. Visão que liberta um pouco o artista da responsabilidade de suas criações.

Enfim, é um belo relato. Tão interessante que me deu mais vontade de ler a obra.

Comprometida (veja o trailer) chegou às livrarias em 2010. No Brasil, pela editora Objetiva. O novo livro da escritora, ainda auto-biográfico, agora é sobre as dificuldades de concretizar o relacionamento com o brasileiro Felipe, inclusive por conta de problemas com a imigração.

Vi no Gogojob.

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