É muito legal a ideia de tags literárias, que são bem comuns no Instagram. Para quem não conhece, funciona assim: alguém posta uma foto com um tema envolvendo livros, cria uma hashtag para isso e marca outras pessoas pra também responderem à tag.

Essa semana fui marcada numa que eu achei muito interessante: #seistítulosdelivrosquemedefinem, criada pela Nádia Camuça, do @asvirgulas.  Quem me marcou foi a fofa da Claudinha Belém e o Alexandre Melo, do @doqueuleio. Essas foram as minhas escolhas e eu vim contar um pouco mais sobre elas.

Quais seriam as suas?

Tag literária: Seis títulos de livros que me definem

Tag literária: Seis títulos de livros que me definem

Foi um exercício psicológico bem interessante parar na frente da estante (e da outra estante, e da cabeceira e do banquinho no outro quarto, hehehe) e pensar um pouco em mim e me identificar a partir dos títulos dos livros que tenho, vocês deveriam fazer.

O Não Contem Com o Fim do Livro, do Umberto Eco, foi um dos primeiros que pensei porque pra mim é uma das missões da vida. Se depender da pessoa aqui, não só o livro nunca vai acabar (e na verdade acho que essa ameaça é besteira) como muito mais gente vai ler.

A Visita Cruel do Tempo, da Jennifer Egan, foi o segundo porque sinto como se tivesse um tic-tac no meu ouvido o tempo todo, quase toda hora, correndo para as coisas que eu tenho e quero e preciso fazer. O que inclui tudo, desde as leituras, até o trabalho, e o sono. E essa coisa do tempo que resta porque a gente nunca sabe quanto é. É meio louco e angustiante, e talvez seja a doença da nossa época, mas é um fato.
 




 
Clarice Lispector não podia faltar, e eu me identifico com esse título de Uma Aprendizagem ou O Livros dos Prazeres, primeiro porque tem um “ou” no meio e geminianos adoram isso, hahaha. Depois que pode parecer papo de miss, mas eu amo aprender e sempre tento me colocar nessa posição. Quanto mais velha a gente vai ficando, isso pode ir se tornando mais difícil. É um exercício bom.

Tudo que é o não visto, o não dito, as sutilezas, os mistérios, as coisas que não entendemos mas podemos sentir me atrai até demais. Por isso Toda Luz Que Não Podemos Ver, do Anthony Doerr, e O Andarilho das Estrelas, do Jack London, com seus títulos intrigantes estão na lista com muita propriedade.

O primeiro eu ainda não li, mas o do Jack London é um dos meus livros da vida, e aborda o tema de vidas passadas e viagem no tempo de uma forma incrível, sem estar ligado necessariamente a nenhuma religião.

E por último é o Reels on Wheels, da Katie Daily, que é um guia ilustrado cyclo chic para andar sobre duas rodas, pois a vida na bike foi uma das coisas mais legais que descobri desde que passei a morar na zona norte do meu Recife.

Espero que vocês tenham gostado e eu adoraria ver as escolhas de vocês, marcando o @menos1naestante nas fotos.  📚

 

Ah, e já que era sobre mim coloquei a minha tattoo literária, feita há quase um ano pelo Philipe Sans, e pela qual eu nunca tive um segundo de arrependimento. Sou apaixonada por ela e falo mesmo. <3

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