Gabriel Garcia Marquez

Meus pais sequer se conheciam em 1967, quando Gabriel Garcia Marquez publicou Cem Anos de Solidão, a obra que o eleva entre os melhores em língua espanhola, sempre citado ao lado do Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, escrito mais de 400 anos antes. No ano em que ele recebeu o primeiro Prêmio Nobel de Literatura da Colômbia, pelo conjunto da sua obra, em 1982, eu completei 1 ano no mundo.

Em 1999, eu estava tão preocupada com o vestibular que nem me recordo de notícias sobre Gabo descobrir um câncer linfático. Lamentei um bocado quando o irmão dele, anos depois de o autor ter parado de escrever, declarou que o escritor sofria grave perda de memória e algo como “demência senil”. E quando quinta-feira passada, soube da morte de Gabo, sofri de uma grande culpa leitora por não conhecer ainda nenhuma obra dele. E ainda estou sofrendo um pouco.

Posso resolver isso ainda, lógico. Mas, embora de formas bem diferentes e com toda distância do mundo, a gente viveu a mesma época e eu não aproveitei. É como me sinto sempre quando algum escritor grandioso perde a vida. Se tivesse lido a tempo, eu poderia ter pedido um autógrafo num evento literário, poderia ter feito uma pergunta, ou mesmo assistir o escritor falando besteiras, sei lá.

Só que as coisas não são bem assim.

Gabriel Garcia Marquez

Gostaria de saber de você que leu pelo menos alguns livros de Gabriel Garcia Marquez, qual a melhor obra de iniciação no universo do colombiano e por que?

Imagens via e via.

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