Foto by Elisa Lacerda

Numa tarde de domingo, fui passear com umas amigas no Recife Antigo – que são bem loucas – e decidimos ir à Livraria Cultura do Paço Alfândega tomar um Veneziano – quem já tomou, sabe que esse sorvete é outra loucura. Sim, mas o que você tem a ver com isso, não é? Calma, é que de repente uma amiga minha indicou uma leitura de autoajuda – qual foi? – que era a minha cara e que se chamava Como ter uma vida normal sendo louca, fiquei tão interessada com o título que soou bem pertinente ao meu estado de espírito e comprei.

Costumo dizer que o livro é uma publicação para qualquer mulher de qualquer idade, ou se preferir, para qualquer mulher que já teve um namorado psicopata, já quis parecer intelectual na presença de alguém ou que já teve que dizer ao melhor amigo que ele fede.

Trecho. Foto de Elisa Lacerda.

Com prefácio assinado por Glória Kalil, indicado por Tatá Werneck e Julia Petit, as escritoras Camila Fremder (roteirista) e Jana Rosa (Apresentadora de TV) descrevem essas e outras situações que (nós) mulheres modernas temos que enfrentar todos os dias e como devemos sair ilesas de cada uma delas. Na verdade eu acredito que o livro não é uma autoajuda, mas sim uma espécie de “manual” bem humorado com um toque de loucura.

E o que mais me chama atenção é que a cada página que você vai passando, você se identifica com as crônicas, e algumas vezes sente a sensação de estar jogando conversa fora com a sua melhor amiga.

Mas ó, é incrível chegar no final do livro e descobrir que você não é a única louca, nesse mundo de loucos.

Contracapa. Foto de Elisa Lacerda.

Elisa LacerdaColaboração: Elisa Lacerda

Publicitária. Diretora de Arte. Olinda. Música. Crônicas.

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Obrigada, Elisa! <3

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