O amante de Lady Chatterley

Séries de TV são vícios que me pegam pelo pé. E atualmente o alvo da minha obssessão é a série publicitária Mad Men. Estou no comecinho, na primeira temporada ainda porque demorei a sair do segundo episódio. Agora não quero mais parar de ver. O interessante é que ela tem um estilo diferente das que costumo acompanhar: nada de capítulos arrebatadores com grandes acontecimentos.

São problemas do cotidiano de pessoas de níveis diferentes do organograma de uma agência de publicidade nos anos 60, em Nova York. No tempo em que as pessoas trabalhavam fumando, e muito! É como assistir horas e horas de filmes noir, com todo o glamour do vestuário e o charme das pessoas na época.

Num episódio dia desses, as mulheres cochichavam com olhares maliciosos em torno de um livro: O Amante de Lady Chatterley, Lawrence, D. H. Até então não sabia do alto teor erótico da obra, e fiquei curiosa para averiguar se ele ainda seria considerado alto nos dias atuais. No diálogo, elas comentam um pouco chocadas sobre um homem casado com uma mulher casada. Algo que hoje em dia não choca nem criança.

Como obra do destino, pouco tempo depois rolou a promoção da Penguin e eu não tive mais alternativa se não adquirir um exemplar. Penso que na pior das hipóteses, há de ser o meu Cinquenta Tons de Cinza, só que bem melhor. Quem me adianta se estou certa?

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