Livros parados na estante.

Comprar livros é uma coisa muito gostosa, ter histórias fantásticas ao alcance das mãos nas estantes é algo especial. Mas tenho pensado na importância de fazer os livros circularem. Todos os projetos que tenho visto de mini-bibliotecas livres, barco com livros doados, bibliotecas em comunidades e tudo mais têm me levado a pensar em como é saudável quando as obras ganham o mundo (e as pessoas).

Não tenho colocado isso em prática, até porque a maior parte da minha estante ainda é de não lidos. Mas é algo que me leva a refletir sobre o futuro dos meus livros. Há, lógico, aqueles dos quais eu nunquinha vou me desfazer. Por outro lado, a maior parte deles, uma vez terminada a leitura, dificilmente lerei de novo ou mesmo consultarei. Então por que não passar adiante?

Dar, doar ou abandonar num banco de praça para o primeiro que aparecer são nobres escolhas. Trocar pode ser muito interessante (há inúmeras possibilidades para isso, falarei em outro post), inclusive pelo contato com as pessoas. E outra boa opção é vender.

A gente paga tão caro pelos livros (e como os preços estão altos!) que é muito justo receber pelo repasse de um título que está em boas condições. Vale negociar com os sebos, organizar um café em casa e chamar a galera pra comprar, fazer um álbum com as fotos das obras no Facebook e avisar aos amigos ou mesmo anunciar diretamente na internet (dá para fazer anuncios gratis aqui), atraindo um outro público.

Tire a poeira dos livros.

O importante é colocar o livro na roda do mundo, e ver que leitores ele encontra. É só pensar que pior que não ter mais o título é vê-lo sem vida na prateleira, fechado, atraindo cupim e mofo. Dá para imaginar coisa mais triste?

*Este post é um publieditorial.

Foto do Book Porn e gif do Breathing Books.

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