Grande leitora de quadrinhos eu não sou, mas de vez em quando curto fazer umas incursões. Os fãs de quadrinhos que me lerem vão me achar uma boba, mas fico ainda super-ultra-deslumbrada quando eles são sobre a vida real. Os resquícios de quem passou a infância toda lendo Turma da Mônica e sendo feliz. O deslumbre foi assim com Maus, do Art Spiegelman, que é absurdo de bom ao contar a história de uma família judia em meio ao holocausto. E aí me deparo também com a série Fracasso de Público (no original, Box Office Poison), do Alex Robinson, dividida em três volumes: Heróis Mascarados e Amigos Encrencados, Desencontro de Titãs e Adeus.

Só comecei a ler por causa de Rick, o craque de cinema do A Prancheta, que insistiu em me emprestar os dois primeiros volumes por causa de Sherman, o personagem livreiro. Devorei os dois e ontem corri na livraria pra comprar o Adeus, já um pouco saudosa. Depois de ler o terceiro livro, vou falar com propriedade aqui. Mas até agora a melhor definição para a série, eu encontrei na contracapa de um deles: “Um épico do cotidiano”. Recomendadíssimo. Entendam melhor vendo o trailer do primeiro livro acima, e Sherman pensando alto sobre seu relacionamento, abaixo.

Sherman em Fracasso de Público

Valeu, Rick!

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