por Lucas Lima

Como Márcia, sou aficionado por livros, por leitura – apesar de ter minhas crises e deixá-los de lado por um tempo. Depois de muita cobrança, decidi escrever um pouco sobre minha última leitura, terminada à 0h40 desta quinta-feira. Daytripper, quadrinho dos irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá, premiados com um Eisner Awards, o Oscar da categoria – eles já tinham três e aumentaram o montante com a obra. O trabalho apresenta um jornalista, escritor de obituários, e suas diversas mortes – até porque viver é morrer um pouco a cada dia (quem disse isso mesmo?).

Os irmãos explicam que o objetivo da obra é fazer o público realmente sentir – pelos traços, pelas cores, pelas palavras. Sentir com a história da criança que passa alguns fins de semana com toda a família no campo, do jovem que se apaixona por uma mulata, do marido em crise, do filho ressentido. São muitas as histórias, e todas se unem nos detalhes – e a morte de cada momento é um marco, que, de certa forma, deve ser reverenciado.

Nessa minha fase emotiva – ou mela-cueca, como diria um amigo –, a leitura acertou em cheio os meus sentimentos. Depois de destacar vários trechos, várias imagens, decidi acabar essa escrita com essa parte:

Página do livro "Daytripper", de Fábio Moon e Gabriel Bá

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Bom demais começar o ano recebendo um pouquinho das ideias de Luquinhas, amigo querido. Tem mais dele no Mientras e no Cacimba de Letras.

E Daytripper, só aumenta a minha vontade de ler, já tinha sido sugestão por aqui.

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