Garoto lendo em uma livraria destruída em Londres, depois de um bombardeio, em 1940.

via blogdacompanhia.com.br

“É nesses momentos que fico pensando que talvez a literatura seja a coisa mais transgressora do mundo contemporâneo (já que até o rock se limpou e se coloriu); você pega um livro para ler e essa atitude é um dedo médio levantado para a rapidez de tudo o que acontece à sua volta. Soma-se a isso o fato de que são apenas linhas e linhas de palavras, uma depois da outra. Em um mundo sobrecarregado de imagens, eu diria que sentar na sua poltrona e abrir um romance é algo semelhante a uma experiência psicodélica.”

Para mim, o raciocínio da Carol Bensimon é genial. Ela não só contribui com coisas interessantes assim para o blog da Companhia das Letras, como também tem dois livros publicados. Então, nós, eu e você que lemos, somos ou não a resistência? Vale a pena ir lá e ler o texto inteiro.

Dica do casal querido Rodrigo e Catarina.

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