Cena do filme "Sem Limites", de Neil Burger

Fim de semana, e gostaria de indicar um filme do qual gostei muito. A desculpa é que ele tem um escritor em crise criativa, vide aquela clássica cena do cara diante de um computador (ou máquina de escrever) e uma página em branco – sério, tem coisa mais clichê?

Sem Limites (Limitless, 2011), de Neil Burger, é baseado na premissa “e se conseguíssemos usar 100% do cérebro, em vez dos comuns 20%?”. Eddie Morra (Bradley Cooper) é um escritor cuja decadência significa uma aparência de trapo, uma namorada perdida, um apartamento imundo e o fim do prazo da editora para a entrega de um livro que não existe. Até que lhe oferecem o NZT, a droga, ainda em testes, que proporciona um raciocínio brilhante sobre tudo. Quem não?

As pessoas tornam-se decifráveis, os negócios ficam claros, o livro desce pelo teclado, e não existe mais nada difícil de entender. É lógico que, com uma mente assim, a pessoa não vai ficar apenas brincando de escrever. Pra quê? O negócio é ganhar dinheiro com investimentos certeiros em ações. Só que, como diria minha avó, quando a esmola é demais, o pobre desconfia, e o uso da droga traz uma série de problemas.

Cena do filme "Sem Limites", de Neil Burger

O filme é bem bom, principalmente se você curte ficção científica. Estreou no Brasil, mas não sei se chegou no Recife. Se você se interessou, tem que procurar o DVD ou pela internet.

* A foto acima é só pra ver se vocês concordam comigo: essa Abbie Cornish não é igual a Nicole Kidman?

Veja outros filmes com escritores ou algo assim.

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