Foi na quarta-feira à noite que eu abri o A Prancheta, e vi um post do Gazatti, falando da Hindi Zahra. Nunca, nunquinha tinha ouvido falar nela. Quando dei o play, a música me envolveu de um jeito que há de ser um daqueles pequenos momentos que eu nunca vou esquecer. Sabe como é? A voz, a letra, o violão, o vídeo, tudo perfeito no momento ideal. Os livros de pano de fundo no vídeo, moldando o clima estava-sentada-no-sofá-de-casa-e-resolvi-cantarolar, eram a desculpa que eu precisava para compartilhar aqui.

♫ come to the world
and baby let me show yout things
cause time is running and we can loose ♫

E ao me referir ao momento ideal, isso inclui a morte de Steve Jobs, que me inseriu num clima coletivo de reflexão. Pela própria estranheza da morte, pela comoção no mundo, pela perda de uma mente genial que ajudou a aprimorar objetos e serviços que fazem parte do meu dia, todo dia. Mas principalmente pela sensação esquisita de lamentar tanto a morte de alguém tão distante. Sei lá, essas coisas da modernidade.

‎”Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é importante. Não há razão para não seguir o seu coração.” Steve Jobs

Bom, mas voltando… a Zahra, que é radicada em Paris, é uma das atrações do Festival No Ar Coquetel Molotov, próximo fim de semana. E o melhor? Entre os shows gratuitos, na Sala Cine UFPE, no sábado (15/10), a partir das 17h.

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