Posts publicados em Março de 2011

Oásis da leitura em casa

Publicado por em 29/03/2011 | Deixe um comentário

Eu simplesmente não resisto a fotos lindas de estantes criativas ou de bibliotecas impressionantes. Acima, são os três ambientes que eu mais gostei entre os 20 selecionados pelo site Shelterness. Ter um espaço assim em casa é ter um verdadeiro oásis da leitura em pleno turbilhão da vida, com destaque para o terceiro, quase uma biblioteca da árvore. Pra quando eu crescer. Dica do Fred Navarro.

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Rubião, disposição e girassóis

Publicado por em 28/03/2011 | Deixe um comentário

“O entusiasmo era contagiante. Febril. Uma alegria física inundava as faces que até a véspera permaneciam ressentidas. O que veio antes e depois ficará para mais tarde. Mas o que importa, se naquela manhã a alegria era desbragada!”

Girassol - Foto: Bernat Casero

Para começar a semana, o início do conto A Casa do Girassol Vermelho, de Murilo Rubião. Está num livro de mesmo nome, com contos do mineiro que viveu entre 1916 e 1991. Numa dessas injustiças da vida, custou a ter a obra reconhecida. Uma bibliografia de 33 contos, tímida no número, porém valiosa no conteúdo.

Hoje, ele é reconhecido como um dos precursores da literatura fantástica no Brasil. Gênero que vou estudar, a partir dele, para a pós-graduação. Portanto, devo falar muito de Rubião por aqui ainda. De antemão, digo que vale a pena demais conhecer. Tem um site www.murilorubiao.com.br e aqui dá pra ler um conto.

Foto de Bernat Casero

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Manuel Bandeira por ele mesmo

Publicado por em 28/03/2011 | Deixe um comentário

O próprio Manuel Bandeira (1886-1968) é o elenco do curta O Poeta do Castelo, de Joaquim Pedro de Andrade. No curta, o poeta encena sua rotina diária – levantar, esquentar o leite, trocar de roupa, andar pelo centro do Rio de Janeiro, em 1959 – com a sua voz ao fundo recitando alguns versos. São bons dez minutos para conhecer um pouco mais o pernambucano.

“De terras de minha terra, por outras terras andei. Mas o que ficou marcado no meu olhar fatigado foram terras que inventei.”

Em 1965, o cineasta publicou um depoimento sobre o filme, dos primeiros da sua carreira.

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Cantinho de leitura. Como é o seu?

Publicado por em 27/03/2011 | Deixe um comentário

Cantinho de leitura - Foto: Márcia Lira

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Quatro batidas secas

Publicado por em 21/03/2011 | Deixe um comentário

“Compreendi que destruíra o equilíbrio do dia, o silêncio excepcional de uma praia onde havia sido feliz. Então atirei quatro vezes ainda num corpo inerte em que as balas se enterravam sem que desse por isso. E era como se desse quatro batidas secas na porta da desgraça”.

"Letters from Iwo Jima" - Foto de Jose Maria Cuellar

Tirei do bloquinho, relembrando algumas poucas partes que gostei de O Estrangeiro, de Albert Camus. De modo geral, não curti o livro.

Foto de Jose Maria Cuellar.

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Imagem de sexta-feira

Publicado por em 18/03/2011 | Deixe um comentário

Vovô - Foto: Larry Page

Com a foto tão envolvente do Larry Page, eu desejo uma ótima sexta-feira para os visitantes do Menos um na estante ;)

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Pode me chamar de Admirável Mundo Novo

Publicado por em 17/03/2011 | Deixe um comentário

"O Brave New World (That Has Such People in It)" - Ramsey Arnaoot

Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, fala de um mundo que eu espero nunca ver. Na narrativa, os livros são todos queimados e, para preservá-los, as pessoas escolhem um e o decoram palavra por palavra, passando a atender pelo título da obra. Então o Alessandro Martins, do Livros e Afins, propôs uma blogagem coletiva para hoje: se você fosse um livro em Fahrenheit 451, qual seria?

Não precisei pensar muito sobre o assunto para concluir que não deixaria o Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, se extinguir do mundo. Sim, eu o decoraria palavra por palavra (ainda bem que é uma situação fictícia, pois minha memória é péssima!). É uma daquelas obras que você pensa: putz, não poderia passar pela vida sem tê-la lido.

Escrita em 1932, a obra de Huxley descreve uma sociedade no futuro onde as pessoas vivem em castas pré-determinadas na fecundação, pois elas são condicionadas biologicamente. No nascimento, elas também recebem intruções psicológicas e há a droga soma, cujo uso é indicado sempre que surgirem as totalmente inaceitáveis emoções: insegurança, medo, felicidade ou atitudes impulsivas como dar vazão ao amor.

É um mundo muito louco, mas não precisa pensar demais para encontrar inúmeras analogias com o que vivemos hoje. Não à toa, o livro serviu de inspiração para cinema, música, mais literatura. O Iron Maiden tem álbum e música chamados Brave New World, The Strokes tem música de nome Soma. O filme Equilibrium tem forte inspiração na história, bem como faz O Demolidor, com Stallone.

Ilustração criada por Ramsey Arnaoot

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Design para estimular as crianças

Publicado por em 17/03/2011 | Deixe um comentário

Isso é que é estimular a leitura nos pequenos! Imagina que coisa divertida, essa cama em forma de livro. À noite, serve para dormir; de dia, basta “virar a página” e cair na brincadeira. A arte saiu da imaginação da fotógrafa Yusuke Suzuki. Esse foi um achado da Mariana Leal (lembra que eu mostrei minha estante no blog dela?), num blog bem legal de design chamado Snoop.

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