Se você curte rabiscar um monte de besteiras enquanto pensa ou assiste aula ou participa de reuniões, saiba que está acompanhando de alguns dos mais famosos escritores. Coloquei leseiras no título substituindo doodles, a expressão original em inglês, que não tem tradução ideal, mas fica perto de pateta, idiota. Então, no site que achei por conta da Revista Bula, há várias imagens de doodlesengraçados de pessoas do naipe de Sylvia Plath (foto 1), Kafka (2), Samuel Beckett (3), Henry Miller (4), Bukowski (5) (com uma garrafa de bebida, claro), Jorge Luis Borges.

Sobre os rabiscos, o texto diz (em tradução livre): “Como os sonhos, eles são abatidos diretamente dos bits soltos flutuando pelo nosso cérebro, e sua expressão é realmente apenas inibida pela capacidade física do ‘doodler’ e/ou coordenação olho-mão”.

Eu não resisti, e coloquei fotos de muitos, mas na Flavorwire tem mais. Confesso que viajo, pensando se na época em que eles rabiscaram isso eles eram gente como a gente – se é que isso algum dia aconteceu -, e nem imaginavam que os rascunhos se tornariam públicos. Talvez tivessem caprichados mais no traço? Ou talvez alguns tenham feito isso naquele papel de borrão que iria direto para o lixo, mas que teve seu destino alterado, para nossa diversão.

Você arriscaria interpretar algum?

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