É, agora não é a minha hora de ler A Menina que Roubava Livros. Fui até a página 60, como indicou a amiga que me emprestou o título, mas não engatou. Engraçado que eu tenha encontrado no próprio, mesmo lendo menos de um quinto das páginas, um trecho que aborda justamente essa ansiedade que a sintonia entre o momento de vida do leitor e obra é capaz de causar (um dos assuntos desse post). No trecho, a garota do título quer devorar, mesmo sem saber ler ainda, o Manual do Coveiro, pego porque lembra a ela o irmão mais novo recém-falecido.

Trecho do livro "A Menina que Roubava Livros"

Acho que é assim que deve ser.

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